A queda dos preços das matérias-primas causar uma crise nos países da América Latina por causa dos governos caixa drop, que serão forçados a repensar as suas políticas.
A análise do sociólogo e escritor espanhol Enrique Moraga GOMARIZ é contundente e não muito encorajador para as economias da América Latina. Em entrevista à EFE, o especialista argumenta que os dias de "vacas gordas", em que "os preços das matérias-primas subiram" e levaram um crescimento de mais de 6 por cento, especialmente a demanda por da China foram concluídas, então agora ele vai começar a passar por um "não é bom" fase.
Na entrevista, que ecoa No entanto, o especialista disse que "ninguém sabe exatamente quanto tempo vai durar," a era do "lean" devido à queda dos preços do petróleo e "puxa economia chinesa. "
Algumas das nações em que mais impacto desta crise são Colômbia, Peru, Venezuela, Bolívia e Equador, países que "são exportadores de minerais e de energia, petróleo e gás", de modo que eles vão "ver diminuídos os seus rendimentos ". Isto irá resultar em um ambiente externo sombrio, como o "modelo rentista" com que "tem bons produtos de renda" deixará de ser tal, de modo que a perda de "caixa" irá forçar os governos a cortar programas sociais.
"Esse é o clima económico em que se desenvolverá nos próximos 10 ou 15 anos. Eu acho que por várias razões nenhuma das coisas favoráveis que existiam será mantido", prevê GOMARIZ Moraga.
A pressão externa complica ainda mais a imagem
O governo iraniano planeja exportar mais petróleo e manter a queda nos preços, o que também favorece os países latino-americanos, que sofrem uma queda ainda maior nas indústrias extractivas. "O Irã, se ele mantém seus acordos com o Ocidente, vai dar ao mercado mundial um número de barris que não existiam antes", diz o sociólogo, que era um pesquisador e professor há mais de 20 anos do Instituto de Ciências Sociais da América Latina.

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